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Ao som de músicos piauienses trabalhadores da Justiça Federal reforçam greve novamente.

Mesmo com boatos, a categoria mantém-se unificada, decide continuar batendo o ponto e reafirma a greve . Por Vinícius Oliveira Greve ratificada pela categoria O imenso palácio da justiça federal acordou de maneira diferenciada hoje, 24, os servidores federais estavam com suas atividades paralisadas e ao som da dupla Enice Melrado e Vanessa, discutiam seu […]

segunda-feira 24 outubro 2011 às 19:18

Mesmo com boatos, a categoria mantém-se unificada, decide continuar batendo o ponto e reafirma a greve .

Por Vinícius Oliveira

Greve ratificada pela categoria

O imenso palácio da justiça federal acordou de maneira diferenciada hoje, 24, os servidores federais estavam com suas atividades paralisadas e ao som da dupla Enice Melrado e Vanessa, discutiam seu cotidiano e as mobilizações da categoria.

“Na Justiça federal tem muita gente que tem receio da greve. Tendo música fica mais agradável e melhor de dialogar com os colegas. Fazer greve, ninguém gosta, mas é necessária. Temos despesas, escolar e plano de saúde, por exemplo, aumentam a cada ano e estamos sem reajuste à 5 anos, e os governos tem que ver isso, até porque se tivéssemos uma escola e saúde pública de qualidade a vida estaria melhor” afirma Isabella Araújo, servidora da justiça Federal.

Eunice Melrado e Vanessa animam a greve dos servidores federais

Netinha Piauí, que estava se apresentando na Semana do Servidor, desceu até a concentração dos servidores e com toda sua simpatia, também deu uma canjinha. E ao continuar o som da dupla, Enice Medrado e Vanessa afirmaram: “Incentivar a cultura é papel também dos sindicatos, porque inclusive reforça a mobilização, ou não lembramos de tempos atrás quando as mobilizações sempre eram regadas de cultura e arte. Isso reforça as mobilizações é muito importante o Sintrajufe ter essa consciência.”

A Assembléia realizada pelos servidores para debater os possíveis boatos de corte de ponto, foi debatido pela categoria, que decidiu por unanimidade manter a greve e continuar batendo o ponto, com isso o comando de greve subiu para comunicar ao Dr. Carlos Augusto Brandão, diretor do foro, a decisão da Assembléia.

Na reunião o Dr. Carlos Brandão confessou, inclusive, que o magistério entrará em greve no final de novembro, colocou um impasse em relação à essa questão do ponto, a partir de uma resolução de 2005, mas o comando de greve argumentou e colocou que historicamente essas medidas são negociadas no fim da greve, e que é direito do trabalhador fazer greve e bater seu ponto. E que essa portaria seria discutida nacionalmente pela Federação nacional da categoria (FENAJUFE) na reunião nacional que acontecerá essa semana, com a presença de Pedro Laurentino, diretor do Sintrajufe.

“O comando de greve ratifica a decisão da Assembléia, que os trabalhadores batam o ponto e não vão trabalhar, e sim participar das nossas mobilizações. São 5 anos sem aumento, e nós temos que ter o direito de nos manifestar, ou será que os pontos do magistério também será cortado? A portaria inclusive coloca a opção para região de que os trabalhadores apenas compensem o trabalho posteriormente, o que inclusive ninguém da categoria se recusa. Iremos encaminhar para discussão na Federação nacional e vamos aproveitar essa oportunidade histórica pra conseguirmos nosso PCS já!” enfatiza Madalena Nunes, diretora do Sintrajufe e trabalhadora da justiça federal.

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